OUTROS LINCKS SOBRE ARTE E TRANSFORMAÇÃO
16 dezembro 2009
06 dezembro 2009
O SILENCIO NÃO É MUDO...
quando não estamos à procura
das palavras certas
E o meu problema
não é tanto com as palavras
é com os teus ouvidos surdos
que não entendem as pausas
cada vez mais tristes e longas
enquanto ainda respiro
o mesmo ar que tu.
Devias saber que estou presa
e não é às coisas que não tenho
é exactamente às coisas todas
que eu preciso de te dizer
E no entanto nada do que dissesse
faria alguma diferença.
Se tu quisesses ouvir
eu não precisava falar.
João e Diogo Vaz Pinto
26 novembro 2009
VIVER DESPENTEADAS, E ORGULHOSAS CARECAS, MULHERES APAIXONADAS PELA VIDA
Lembrei de minhas amigas que amam viver despenteadas, porque sorriem e se apaixonam, correm, beijam, fazem amor, voam, entram no mar, passam pela quimio e perdem cabelos, superam a adolescência de seus filhos e ficam com cabelos brancos.
Há aquelas que superam obstáculos, sonham, viajam, lutam, cantam, brincam, dançam, correm na chuva, e bagunçam.
Beijar à pessoa amada, despenteia.
21 novembro 2009
JANELAS PARA ABRIR
TRABALHANDO COM ARTE EM EMPRESAS..

Simples fazeres, no acolhimento e na sensibilidade de descobrir a identidade adormecida, que emerge para ser rescatada e iluminada em pequenos objetos que falam de nossas potencialidades,...


Fazer, tecer, juntar, somar. Descobertas de redes, de tecidos seguros, de cores por encontrar...
Sobre humanidade...

Recebi...e me deliciei... agora compartilho:
Há pessoas que querem ser bonitas para chamar atenção,
outras desejam a inteligência para serem admiradas,
mas há algumas que procuram cultivar a alma e os sentimentos.
Essas alcançam o carinho de todos, porque além de belas e inteligentes
tornam-se realmente pessoas.
Uma pessoa amiga é aquela que age com justiça e no amor de Deus sempre.
É aquela com quem nos sentamos por longas horas sem dizer uma palavra e,
ao deixá-la, temos a sensação de que foi a melhor conversa que já tivemos.
05 novembro 2009
LINHAS em COLAR, sem nós... alinhavando...

Arte envolvente,
Mãos envolvendo emoções,
Alinhavando experiências, historias e sonhos...
Momentos de descoberta:
Outra cor na trama.
Um ir fazendo, olhando, descobrindo...
Nomeando e processando.
Re-significar a multiplicidade de um mundo interno
para doar e amar.
Poder deixar entrever na simplicidade de um colar
a complexidade feminina,
Concretizar o anseio de deixar amostras,
pegadas e realizações simples, plenas de significados..
Simples e complexo...
complexo como a emoção de mulher viva.
Prevalece a beleza, onde o belo pode ser simplesmente delicado...
Onde o delicado transluz suavidade sem ser frágil.
Tempo de amarrar, tempo de conectar...
Tempo de alinhavar
e descobrir um momento onde degustar a pausa na linha que avança...
Enrolando, alinhavando, fechando, abrindo e fechando...
....

ARTETERAPIA: Expressar través da arte,
sem necessidade de ser artistas.
Tempo para descobrir
e re-significar transformações
que possibilitam processos criativos
promovendo a harmonia e bem-estar
nas diferentes dimensões da pessoa.
Uma proposta prática e estimuladora
utilizando diferentes canais perceptivos
y diversos materiais expressivos,
mediante a reflexão e o intercambio respeitando os emergentes individuais e grupais.
29 outubro 2009
ARTETERAPIA NA FOLHA DE SP... crianças...
Crianças com câncer projetam sentimentos por meio da arte
Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal."Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer."No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Marisa Cauduro/Folha Imagem |
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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra |
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."
Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u553116.shtml
ARTETERAPIA NA FOLHA DE SP...
Arte-terapia ajuda pacientes a lidar com câncer
Para a microempresária Maria do Rosário Sampaio, 50, "mexer com papel é uma alegria". "Você descobre que pode fazer um monte de coisas", diz. Algumas delas, como sentir os pesos dos diferentes papéis com as mãos, podem ser naturais para a maioria das pessoas. Mas Maria do Rosário perdeu a sensibilidade nas pontas dos dedos, um dos efeitos da quimioterapia à qual se submete, ininterruptamente, desde janeiro de 2006, após o diagnóstico de um câncer no intestino seguido por metástases nos ovários e nos pulmões. Maria do Rosário considera parte importante de seu tratamento as horas que dedica ao recorte e à colagem com papel. "A arte me ajuda muito a enfrentar a doença. É óbvio que os remédios também ajudam, mas [trabalhar com] o papel me tira do fundo do poço, melhora minha qualidade de vida. Minha médica diz que melhora até meu sistema imunológico."
Karime Xavier/Folha Imagem |
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Maria do Rosário Sampaio faz arte em papel para lidar melhor com a quimioterapia |
O que Maria do Rosário descobriu por conta própria começa a ser comprovado por pesquisas realizadas de acordo com os critérios necessários para a prática da chamada medicina baseada em evidências.
Uma dessas pesquisas, publicada no "European Journal of Cancer Care", foi feita na Universidade de Umea, na Suécia, com 41 pacientes de câncer de mama em tratamento radioterápico. Apesar de o número de participantes não ser grande, características do estudo, como ter um grupo controle, escolha aleatória de pacientes para a arte-terapia e o fato de as entrevistas sobre os resultados terem sido feitas sem que os profissionais soubessem a qual grupo pertencia cada pessoa, permitem conclusões mais objetivas sobre os efeitos benéficos da técnica especificamente em pacientes com câncer.
"Há várias publicações sobre arte-terapia, mas não havia um estudo controlado e randomizado [de escolha aleatória]. Para saber se a técnica traz de fato efeitos positivos, precisamos de um grupo controle, composto por pacientes com os mesmos tipos de diagnóstico e tratamento, para fazer a comparação", disse por e-mail à Folha o oncologista Jack Lindh, responsável pelo estudo. As pacientes da pesquisa responderam a questionários sobre qualidade de vida em três momentos: antes do começo da radioterapia, dois meses após iniciado o tratamento e seis meses depois. Metade do grupo participou de cinco sessões semanais de arte-terapia com duração de 60 minutos cada uma. As mulheres desse grupo tiveram uma melhora significativa da qualidade de vida e da saúde física e psicológica e sentiram menos efeitos colaterais da radioterapia. "Essas conclusões mostram que a arte-terapia é uma ferramenta poderosa na reabilitação de pacientes com câncer de mama e, possivelmente, com outros tipos de câncer", afirma Lindh. Ele acrescenta que o estudo comprova a eficácia da técnica, mas não é conclusivo sobre os mecanismos que levam aos resultados positivos, embora acredite que estejam relacionados à construção de uma autoimagem positiva, à possibilidade de expressar sentimentos, ao maior controle sobre a vida pessoal e à redução do estresse. Para Auro del Giglio, professor de oncologia e hematologia da Faculdade de Medicina do ABC, "tudo o que pode ser feito para melhorar a vida do paciente é muito bom". "Funciona? Então não precisamos descobrir exatamente por que, isso pode vir depois." Os novos estudos que surgem em publicações médicas podem ajudar a trazer essas técnicas à tona. "Imagino que a maioria dos trabalhos sobre arte-terapia sejam lidos por arte-terapeutas, e não por médicos, o que faz com que tenham menor impacto na prática clínica. Por isso, é importante mostrar aos médicos que novas estratégias são eficazes", diz Lindh. A tarefa não é fácil, porque a área envolve muitos aspectos subjetivos difíceis de serem quantificados, como a noção de bem-estar. Sérgio Simon, professor de oncologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e diretor do Centro Paulista de Oncologia, acredita que as terapias complementares melhorem de fato a qualidade de vida, mas diz que o estudo sueco é muito pequeno para ter força de evidência. "As técnicas são aconselháveis desde que feitas por profissionais qualificados e que tenham uma boa base de conhecimentos", diz. Paulo de Tarso Lima, responsável pelo grupo de medicina integrativa e complementar do hospital Albert Einstein, em São Paulo, acredita que a tendência é incorporar cada vez mais essas práticas. "Hoje já falamos em medicina integrativa, que é um termo mais amplo do que complementar. Uma vez comprovada a eficácia dessas técnicas chamadas alternativas, elas deixam de ser "paralelas" e entram no arsenal de tratamentos."
20 anos de Arteterapia no Sedes/ SP
6 e 7 de Novembro...para ver coisas lindas...

OFICIO CRIATIVO na MARIA RITA OFICINA TÊXTIL
Rua Sofia Veloso, 178 . Cidade Baixa
Tel.: 51 3227 4174 . Porto Alegre/ RS
ARTETERAPIA NA REVISTA BONS FLUIDOS. 2009
07 outubro 2009
Além da expressão
Além da expressão - Bloco cirúrgico desativado abriga acervo da Oficina de Criatividade
Barbara Neubarth, psicóloga, uma das fundadoras, quase 20 anos atrás, da Oficina de Criatividade do Hospital São Pedro, exibe com indisfarçável orgulho as instalações que abrigam o acervo da instituição. Em velhas salas de cirurgia, há muito desativadas mas ainda sob as luminárias que se usava em exames e operações, distribuem-se milhares de desenhos, separados por datas e acondicionados em papel pardo.
Há um certo improviso e precariedade no ambiente, mas chama atenção o apuro museológico com que a equipe de catalogação trata o material – tudo quanto foi produzido pelos pacientes do São Pedro desde a fundação da oficina, em 1999, e ainda antes, no que seria o gérmen das atividades de desenho, pintura e bordado.
Barbara tomou como modelo para instalar a oficina aquilo que era feito no Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro. Buscava-se a “livre expressão” dos doentes, como apoio terapêutico. Em um diário, ela e suas colegas anotavam os avanços e recuos de cada um: “Hoje a roda se moveu”. Alguém havia experimentado uma nova cor ou mudado de tema.
Quatro pacientes, ali, logo chamaram a atenção dos funcionários: Frontino Vieira, Cenilda Ribeiro, Luiz Guides e Natália Leite. Os dois primeiros faleceram nos anos 1990. Ele deixou 560 trabalhos, de inspiração abstrata, alguns remetendo a certa estética japonesa. Ela legou mais de 2,7 mil desenhos, sobretudo de figuras humanas. Guides, que conta hoje com cerca de 85 anos (a idade é presumida), não enxerga mais tão bem, devido à catarata, e trabalha menos, mas chegou a produzir 6 mil imagens, tendo inclusive realizado uma exposição no Margs. Em sua fase mais ativa, ele dividia o papel em linhas cartesianas e preenchia o espaço com séries de números e sugestões de relógios. Natália, 66 anos, figura entre as mais assíduas frequentadoras da Oficina. Já fez mais de 5,5 mil desenhos e bordados e mantém-se em atividade. Entre seus temas recorrentes, aparecem casas, bois e papagaios.
A organização dos trabalhos desses quatro pacientes é a prioridade da equipe de catalogação. Eles foram escolhidos, segundo Barbara, pela força e pelo interesse estético que se desprendia do conjunto. Quase tudo já foi fichado e separado.
Em junho de 2010, quando a oficina completar 20 anos, Frontino, Cenilda, Guides e Natália vão merecer uma exposição – com catálogo – no Museu Universitário, no campus central da UFRGS. Na ocasião, sob o título de Vidas do Fora: Habitantes do Silêncio, também será realizado um seminário e lançado um livro.
QUANDO A ARTE É TERAPIA, QUANDO A TERAPIA É ARTE... A ARTE TRANSFORMA E AS TRANSFORMAÇÕES VIRAM CULTURA e VIDA...
Pesquisa cataloga imagens produzidas ao longo dos últimos 20 anos por pacientes do Hospital São Pedro
A lojinha da Fundação Iberê Camargo, na Avenida Padre Cacique, zona sul de Porto Alegre, passa a oferecer, entre livros de arte e souvenires elegantes, uma série de camisetas com estampas singulares. O que se vê ali é a reprodução de desenhos realizados por duas internas do Hospital Psiquiátrico São Pedro, uma delas já falecida.
O São Pedro, no bairro Partenon, tido como o centro geográfico da Capital, é o mais antigo hospital psiquiátrico em atividade no Estado, inaugurado 125 anos atrás. Ali funciona há quase duas décadas uma Oficina de Criatividade, em que se exercitam tanto pacientes temporários quanto aqueles internados em caráter definitivo – já sem família e sem lugar para onde ir, remanescentes da época dos manicômios, quando vigorava a cultura do isolamento.
Na Oficina, com acompanhamento de professores de arte, psicólogos e estudantes, eles são convidados a dar vazão, de forma criativa, àquilo que atormenta suas mentes. O modelo é o do célebre Museu de Imagens do Inconsciente, criado em 1952 por Nise da Silveira, no Rio de Janeiro, como alternativa a tratamentos como o eletrochoque e a lobotomia.
Tudo o quanto se produz na Oficina do São Pedro é preservado. Nada se descarta. Ao longo de quase 20 anos, um material estupendo se formou ali, com cerca de cem mil itens – na maioria, desenhos. A novidade é que esse acervo vem sendo cuidadosamente catalogado. Durante anos, ele foi apenas acumulado. Agora, pouco a pouco, é revisado, separado, fichado. Daí emerge a percepção de que, em meio a obras criadas com finalidade, em última instância, terapêutica, há obras de refinada invenção, admiráveis pelos padrões estéticos contemporâneos.
As camisetas à venda desde quinta-feira na lojinha da Fundação Iberê são apenas o índice de um trabalho maior – que vai da produção de imagens sensíveis à atenção que um olhar aplicado pode lançar para elas. As camisetas estão à venda por R$ 47 cada. Parte da renda reverte para a Oficina, outra parte para a autora dos trabalhos, Natália Leite, 66 anos, internada desde novinha no Hospital Psiquiátrico São Pedro.
Dependendo da aceitação das primeiras camisetas, novas estampas serão oferecidas. A grife poderá se estender a xícaras, copos e blocos de anotações. EDUARDO VERAS
04 outubro 2009
Livro... com participação de nossa aluna Claudia

03 outubro 2009
LINHAS DO TEMPO... DESCOBERTAS MARAVILHOSAS
linhas que cobrem,
26 setembro 2009
CONGRESO LATINOAMERICANO DE ARTETERAPIA

Titulo del trabajo: Creatividad y arteterapia, inserciones y aportes en
Resumen: La creatividad es una de las características en la identificación del alumno con Altas Habilidades/Superdotación. Presente en toda propuesta inclusiva precisa ser estimulada en la formación del profesor. El arteterapia trabaja los procesos creativos propiciando la superación de dificultades y desarrollando las competencias y potencialidades.
Descripción: En
La inserción del arteterapia en diferentes niveles educativos, promueve la superación de conflictos y dificultades propias del desarrollo del potencial individual del alumno, del grupo escolar y del profesor. El arteterapia puede propiciar el desenvolvimiento de la creatividad, el conocimiento de las habilidades y competencias y flexibiliza su posicionamiento ante lo nuevo, promoviendo la visión inclusiva de la nueva propuesta educacional que demanda la actual realidad social.
Será compartida la experiencia realizada con oficinas de creatividad en cursos de formación y en propuestas de intervención de atelier arte terapéutico con niños y adolescentes con AH/SD, fundamentadas en la teoría que sustenta el ejercicio y análisis de los procesos comprometidos en la educación y en el arteterapia.
En este trabajo, el análisis de la creatividad y de los procesos involucrados en el desarrollo individual y grupal, abre un abanico de posibilidades para concretar y potenciar las competencias del perfil del nuevo profesional de la salud y de la educación que las problemáticas socio-culturales-económicas actuales demandan.
PARA CELEBRAR O ENVELHECER

ESCRITO POR REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEAVELAND, OHIO.
(Imagem do Guaíba-Porto Alegre, 2009. Angélica Shigihara)
"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 90 em agosto, então, aqui está a coluna, mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.
9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Indepedentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente "
24 setembro 2009
AMARRANDO...
03 setembro 2009
ARTE TERAPIA EN BUENOS AIRES
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01 setembro 2009
ILUMINAR...iluminara...

Iluminara sai a Luz... e compartilho a alegria das realizacoes de pessoas queridas e especiais...
http://www.editorialluminara.com/